Eu fico disfarçando um beijo encantado.

As palavras de confete caem pontualmente, sem poder pular uma linha de desconforto. Amarre logo minha insônia irregular que sobrevive só para o nascer do sol. Me deixe consultar a linha provisória como se tivesse um caminho reservado para seguir. Tenho que viver em nuvens cruzadas para nunca me definir. Não deixe a delicadeza tropeçar em qualquer espécie de profundidade. Porque aí, eu vou pedir clemência para o rascunho da urgência chamada felicidade.

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